Keblinger

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Eterna[mente]

| quinta-feira, 11 de abril de 2013


Enquanto a respiração existir,
em meu peito doído há de estar
sua essência roubada de mim,
sua partida tão longe, além-mar.

Infindável amor vou sentir.
Incontável tristeza ostentar.
Pode o vento trazer-te pra mim?
Pode a brisa meu pranto secar?

Qual caminho devo seguir?
Em que trilha irei te encontrar?
Gire o tempo e volte pra mim.
Não me deixe sozinho ao luar.

Nas entranhas do tempo invadir,
eu desejo poder retornar
pr’alegria que havia em mim,
pra em seus braços poder habitar.

Me enfureço por não conseguir
as mentiras que conto aceitar.
Quando a morte roubou-te de mim,
levou junto meu mundo, meu ar.

Mas enquanto o tempo permitir
ao meu lado sempre vai estar.
Te cultivo bem dentro de mim,
com a alma eterna a te amar.


Cá estou eu arriscando em outra poesia. Às vezes um ar de poeta me invade e seria totalmente insensato da minha parte permitir que ele se vá sem deixar nada para trás.

Pauta para Bloínquês 

3 sorrisos compartilhados:

{ Cássia Vicentin } at: 11 de abril de 2013 11:44 disse...

E ter na mente... Eternamente :')

{ Nati } at: 24 de abril de 2013 13:02 disse...

Mesmo que não exista reciprocidade. Beijos

Mundo de Nati
@meuamorpravoce

{ Tati } at: 3 de agosto de 2013 13:17 disse...

Doce. Bem rimadinha. Gostei.
Nunca curti muitos as tuas poesias, mas essa me acertou.

Beijos

 

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