Keblinger

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A moça que virou flor

| quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Quer saber como isto aconteceu?
Não

Clica em sim para ver meu novo conto na Franquia. 

Uma história de @mor.com - Parte 2

| segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Para entender - Parte 1

Antes de continuar com a narrativa acredito que o leitor tenha a curiosidade sobre aspectos particulares dos personagens, isto é normal, então vamos nos ater a estas particularidades agora.
Ele era um garoto canadense, tímido e de sorriso escondido no canto do rosto. Seu quarto era cheio dos CDs de suas bandas de rock indie preferidas e Arcade Fire estava sempre preenchendo o silêncio daquele cômodo. Estudante e infelizmente não relacionado com nenhum jogador de hockey profissional, o que não lhe permitia gastos excessivos; ela era uma garota russa, de coração quente e mente perspicaz. Sua estante de livros estava repleta de autores de diversos países e seu marca página atual estava entre as páginas de Anna Karenina de Liev Tolstói. Aspirante a jornalista e felizmente não relacionada à família Romanov, também não podia se dar ao luxo de grandes despesas.
Estamos então cientes que de o único contato entre eles continua sendo via internet. Vamos prosseguir, sim?

Abraços calorosos se desaquecem na viagem intercontinental e beijos enviados perdem seu sabor devido à distância, mas aquele sentimento plantado no peito de ambos se esforçava para continuar vivo. A realidade na qual viviam se resumia aos momentos compartilhados em suas vidas online, mas claro que o mundo real, apesar de desinteressante e desprovido de emoção cava profundamente até encontrar os desgarrados. Assim, aos poucos a vida social voltou-lhes a fazer companhia.
Ele entendeu que apesar de viver paralelamente em uma história apaixonante, havia sua vida que merecia atenção, ela também compreendeu isto e voltou a sair com as amigas, com o pensamento voltado para o garoto de sotaque estranho.
Enquanto estavam afastados um do outro, outro sentimento chegou de mansinho. Uma saudade inconveniente e delicadamente dolorida.

Sem que percebessem, começou um duelo entre os dois mundos. De um lado a realidade buscava ofuscar o conto de fadas moderno, do outro, o romance virtual juntava forças para atravessar as terras de ninguém e firmar-se vitoriosamente fora de suas conexões invisíveis. Quem vai vencer? Como eu já disse que não podemos nos apressar, esse é assunto que fica pra depois.

CONTINUA
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Uma história de @mor.com - Parte 1

| quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Do lado de cá ele digita e espera.
Do lado de lá ela lê e sorri.




Dizem que não há barreiras para o coração, que quando o amor tem a necessidade de brotar, ele o fará independente de qualquer circunstância, eis aqui um relato fiel de um destes casos.
Os dois haviam se conhecido sem grandes pretensões num bate-papo comum de um site comum. Obviamente ambos viviam uma vida tão pacata quanto uma noite fria no deserto.
De um lado ele fazia aquelas perguntas de praxe que toda pessoa que se conhece virtualmente faz, do outro lado ela as respondia pacientemente.
As palavras dos dois se transformaram em códigos binários que viajaram quase à velocidade da luz durante um ano. E convenhamos que durante um ano muita coisa pode acontecer.
Ele percebeu que sua vida fora das ondas cibernéticas não fazia mais sentido, que não havia nada no mundo real que lhe despertasse algum interesse que fosse capaz de desconectá-lo e tudo isso se devia ao fato de que naquele mundinho pequeno dentro da tela de seu notebook era onde sua história realmente era escrita. Ela deixou de sair com amigas, trocando noites de festa por noites regadas a diálogos intermináveis com aquele garoto que de uma forma tão natural ganhara um espaço mais que especial em sua vida.

Evidentemente aquele sentimento que começou despretensioso passou a evoluir para algo maior, algo que não se traduzia em palavras jogadas à distância e que não cabia nas telas de poucas polegadas. É, o amor tem suas maneiras peculiares de aparecer e repreendê-lo por isso não vai mudar nada. Os dois entenderam que o melhor a se fazer era acolher aquele sentimento, o qual alimentaram por mais um ano.
Não sei se mencionei, mas os dois vivem em continentes diferentes, isto explica o grande desencontro de um encontro que nunca existiu, pelo menos não fisicamente. O amor, por outro lado, tem asas. Ele viaja para todos os cantos, à procura de um coração fértil para plantar sua semente.

Como escritor onisciente que sou, contarei esta história aos poucos, que é para não apressar os acontecimentos, então nos vemos outra hora.

CONTINUA.
Galera, criei uma página para o blog no Facebook, ali no cantinho à direita, você pode curtir e me fazer feliz. Abraços.

E que o amor viva

| terça-feira, 6 de setembro de 2011

Vem comigo descobrir o que acontece?
Não

Clica em sim para ver meu conto para a Semana Especial. 
O que é a Semana Especial? Ah, sim. A Franquia fez 1 ano de portas abertas no dia 1º de setembro (parabéns, yay), sendo assim, nós (franqueados) decidimos inovar e criar a introdução de um conto juntos, o qual cada um terminaria da maneira que lhe conviesse. Hoje foi a minha vez de dar um final para a história e eu gostaria de convidá-los a ler meu conto, assim como o dos outros integrantes, afinal a Franquia é o lar não somente de escritores, porque todos os leitores entram pela porta da frente, sentam-se confortavelmente e são livres para ir e voltar quando bem entender. Espero a visita de vocês e até a próxima. Grande abraço.
 

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