Keblinger

Keblinger

Um poema e um pouco de suor

| quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
É noite, é puro amor,
e é na noite que eu perco todo meu pudor
Eu me perco nas curvas do desejo do seu corpo.
Vou deslizando em você até não mais me achar
e em todo seu calor me encontrar,
arder em febre procurando comigo te levar,
tentando decifrar, descobrir como posso te amar
Te amar no mais puro e também no mais perverso dos sentidos.
Fazer você se abrir, mostrar todas as suas faces comigo.
Sentir que você já não crê em mais nada
a não ser eu, você e nossos corpos por toda a madrugada.
Onde nós seremos um só.
Corpos entrelaçados, misturados feito um nó,
amarrados com amor e presos na paixão.
Devaneios de carne e coração.
Morar dentro de você como um câncer,
te devorar aos poucos, em um puro gozo de prazer.
Para meu âmago, isso tudo é eterno,
delírios alegria, puro amor e flagelo.
Grito até minha garganta sangrar
Para que todas as falanges possam vir nos ajudar
E que mesmo assim um dia isso tiver fim,
quero que acabe com uma lágrima,
que começa a crescer por dentro
e morre fora de mim.

Poema escrito pelo meu primo Thiago Lopes, que insiste em dizer que não é bom com as palavras. Eita, menino modesto.

12 sorrisos compartilhados:

{ Flávia } at: 17 de fevereiro de 2011 00:38 disse...

Nossa!

Eita, menino modesto [2]

Deve ser de família né? hahahaha!

Muito bonito, simples... Mas, com uma intensidade de sentimentos que vou te contar viu!? rs

Adorei :D

{ Natália } at: 17 de fevereiro de 2011 09:22 disse...

Fala pra ele ler esse poema em voz alta, só assim ele vai perceber o quanto é bom.

{ Fernand's } at: 17 de fevereiro de 2011 12:15 disse...

lindo.

somos mesmo um eterno nascer e morrer!



=)

bjs meus

{ vell } at: 17 de fevereiro de 2011 12:33 disse...

"Onde nós seremos um só". Adorei isso.

{ Cristiano Guerra } at: 17 de fevereiro de 2011 13:41 disse...

Ele me convenceu nos últimos dois versos. E então eu bati palmas.

Abraço ;D

{ Sara R. Carneiro } at: 17 de fevereiro de 2011 18:59 disse...

Vai ver que talento é genético, né? Gostei, gostei, gostei muito mesmo. E gostei dos outros textos que não comentei também, juro. rs. Toda vez que eu retorno aqui me sinto feliz, mais tão feliz, mais tão feliz, Rô *-* O blog tá incrivel como sempre, os textos impecáveis como já é costume. Eu demoro pra vir aqui (sorry, e olha, não é só aqui não viu? rs) mas quando venho, venho na certeza de que irei me encantar por algum verso, alguma frase. Ok, já escrevi demais né? kkk Beijos Rô ♥

{ Alexandre Fernandes } at: 17 de fevereiro de 2011 20:28 disse...

Não sendo bom (segundo ele próprio), ele consegue exprimir um amor pleno, repleto com uma suavidade espantosa. Não sendo bom, consegue roçar a nossa alma com um poema infinitamente terno, com a intensidade explodindo pelo ar. Esse poema tem disso, tem essa força, que nos faz reféns de um sentimento intrínseco nas palavras.

Amor causa isso. Pela beleza que se faz nas palavras. Não sendo bom ele consegue atingir o âmago.

Imagine se fosse bom então com as palavras. Dispensaria comentários.

Mas é modéstia mesmo. O cara é fera.
hehe


Abração!

{ Jaci Macedo } at: 18 de fevereiro de 2011 18:30 disse...

Extremamente cheio de sentimento e bonito. Adorei.

beijos (:

{ Tati Tosta } at: 18 de fevereiro de 2011 20:58 disse...

Quente, mas as rimas forçadas não desseram bem não.

Beijo e Coruja posta mais logo!

{ @barbarakang } at: 19 de fevereiro de 2011 00:30 disse...

UAAAAAAAAAAAAAU

{ Deeh } at: 19 de fevereiro de 2011 00:43 disse...

ADOREEEEEEEEEEEI! ELE É MUITO BOM E PÕE MODÉSTIA NISSO ! :)

{ Rebeca Postigo } at: 20 de fevereiro de 2011 23:38 disse...

Perfeito!!!
Adorei!!!
Menino modesto, mesmo...

Bjs

 

Copyright © 2010 A arte de um sorriso